Contador de visitas

acesso gratis

domingo, 31 de março de 2013

marcador de visita

contador de visitas gratis

Os Livros da Bíblia Sagrada



Os Livros da Bíblia Sagrada

Inspirada por Deus e para mostrar ao homem os propósitos de Deus para a nossa vida, a Bíblia, contém respostas para as nossas perguntas e direção para nossas indecisões. Mas, nem todos conhecem a palavra de Deus e as maravilhas que ela nos revela.
Creio que muitas pessoas veem a Bíblia como um livro de proibições e por este motivo deve ser evitada. Os que assim pensam desconhecem a grandeza do amor de Deus expressa nas Sagradas Escrituras, pois ela a própria diz que Deus é amor.
Se você não tem o hábito de ler a Bíblia, convido-o a conhecer um pouco mais sobre oslivros das Sagradas Escrituras. Não importa se você é evangélico, católico, espírita, ateu ou ainda de qualquer outra religião. A Palavra de Deus é para todas as pessoas e todos são convidados a conhecer a maravilhosa graça de Deus.

Livros da Bíblia no Antigo Testamento


Pentateuco

Os cinco primeiros livros da Bíblia são chamados de Pentateuco. Para os judeus, esses livros são chamados de Torá. Neles encontramos desde a criação do mundo até a Lei de Deus dada por Moisés ao povo de Israel.
Todos os livros foram escritos por Moisés com datas que variam de 1445 a 1405 a.C.
  • Gênesis
  • Êxodo
  • Levítico
  • Números
  • Deuteronômio

Livros históricos

Os livros históricos narram a história do povo de Israel na conquista da palestina, a terra prometida.
Histórias de grandes Reis como Davi e Salomão, as guerras entre o povo israelita e os povos inimigos de Deus, entre outros.
O estudo desses livros é importante para termos uma melhor compreensão não só sobre os conflitos atuais entre Israel e Palestinos, bem como quem é Israel e o que ele representa para as demais nações do mundo.
  • Josué
  • Juízes
  • Rute
  • I Samuel
  • II Samuel
  • I Reis
  • II Reis
  • I Crônicas
  • II Crônicas
  • Esdras
  • Neemias
  • Ester

Livros Poéticos

O termo poético é devido ao gênero desses livros. São compostos por Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cantares de Salomão.
O livro de Jó traz um grande exemplo de paciência e esperança em Deus. Salmos é repleto de louvores que expressam a grandeza e a misericórdia de Deus. Provérbios e Eclesiastes são livros que contém ensinamentos e conselhos para nossa vida.
  • Salmos
  • Provérbios
  • Eclesiastes
  • Cantares de Salomão

Livros proféticos

Há uma divisão dos livros proféticos em profetas maiores e profetas menores. Esta divisão é feita com base no tamanho da obra e não na relevância ou importância deles. Também não é levando em conta a importância da mensagem, já que todos foram inspirados pelo Espírito Santo, ocorre que os profetas maiores, profetizaram mais ou deixaram mais escritos sobre as suas profecias.

Profetas maiores

  • Isaías
  • Jeremias
  • Lamentações
  • Ezequiel
  • Daniel

Profetas menores

  • Oséias
  • Joel
  • Amós
  • Obadias
  • Jonas
  • Miquéias
  • Naum
  • Habacuque
  • Sofonias
  • Ageu
  • Zacarias
  • Malaquias

Livros da Bíblia Novo Testamento


Os Evangelhos

Os quatros evangelhos foram escritos por Mateus, Marcos, Lucas e João. Cada um deles foi destinado a um povo, levando em conta o conhecimento que cada povo tinha de Deus ou de Jesus Cristo.
  • O evangelho de Mateus foi escrito para os judeus e tinha como propósito mostrar que Jesus era o messias enviado por Deus.
  • O Evangelho de Marcos foi escrito para os romanos e apresenta Jesus como servo.
  • O Evangelho de Lucas foi escrito para os gentios e teve como propósito mostrar Jesus como o Salvador.
  • O Evangelho de João foi escrito para a igreja. Este Evangelho é o mais recente, foi escrito no final do primeiro século e teve como propósito mostrar que Jesus é o filho de Deus.

O Livro Histórico

  • Atos dos Apóstolos
O livro de Atos é um relato do inicio da igreja de Jesus Cristo na terra.

Cartas de Paulo

As cartas de Paulo são ensinamentos valiosíssimos para a igreja atual. Nela encontramos um vasto ensino sobre a salvação, o papel da igreja e não poucas vezes exortações sobre como ter uma vida santa perante Deus.
  • Romanos
  • I Coríntios
  • II Coríntios
  • Gálatas
  • Efésios
  • Filipenses
  • Colossenses
  • I Tessalonicenses
  • II Tessalonicenses
  • I Timóteo
  • II Timóteo
  • Tito
  • Filemom

Cartas de outros Apóstolos

Com exceção de Hebreus, que alguns acreditam ter sido escrita também por Paulo, essas cartas tem como autores os demais Apóstolos de Jesus Cristo, a saber: Pedro, João, Tiago e Judas.
  • Hebreus (alguns teólogos atribuem a Paulo a Carta aos Hebreus)
  • Tiago
  • I Pedro
  • II Pedro
  • I João
  • II João
  • III João
  • Judas

O Livro profético

Apocalipse é o último livro da Bíblia e foi escrito por João, o mesmo que escreveu o Evangelho segundo João e as três cartas I, II e III João. João foi um dos três apóstolos mais ligados a Jesus (Pedro, Tiago e João) e escreveu este livro já no final de sua vida, no final do primeiro século.
É um livro de difícil compreensão, mas de uma importância enorme, já que mostra como será o final dos tempos, o julgamento de todas as nações, a salvação dos justos e a condenação dos pecadores.
  • Apocalipse
Leia a Bíblia, ela é a palavra de Deus e contém todo o ensinamento que o homem precisa para alcançar a vida eterna.
// COMPARTILHAR

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O CAJÚ E SUAS FUNÇÕES MEDICINAIS.


http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/img_r/copy_caju.jpg
Nome popular
CAJU
Indicações terapêuticas
Diabetes, feridas, infecção da garganta, diarréias, disenterias, baixar colesterol e triglicerídeos, suplemento nutritivo (regime de emagrecimento), frieiras, cansaço dos pés, eczemas, reumatismos, avitaminose C, feridas, úlceras, verrugas, calosidades

Origem
América do Sul.
Princípios ativos
Folha e casca do caule: Esteróides, flavonóides, catequinas, fenóis, taninos, gomas, resinas, material corante, saponinas Pseudofruto (a conhecida fruta caju): taninos, vitamina C (210mg para 100g de fruto), açúcares, carotenóides, ácidos orgânicos, proteínas, fibras, água
Fruto (castanha) a castanha possui a casca, tegumento e amêndoa:
Casca: ácido anacárdico, anacardol, cardol, taninos, flavonóides, ácido gálico, ácido siríngico, galocatequina
Tegumento (a película que envolve a amêndoa): beta-sitosterol, epicatequina (substância com forte ação antiinflamatória)
Amêndoa (semente): óleo fixo de alta qualidade (45%), proteínas, minerais, esteróides, triterpenóides, tocoferóis
Uso medicinal
Considerações
Ao que conhecemos como fruto não é fruto e sim seu pseudo-fruto ou pedúnculo, que é suculento, carnoso, perfumado e muito saboroso, com a cor variando entre o amarelo e o vermelho, contendo a castanha de caju, o verdadeiro fruto, que é comestível e muito apreciada, depois de torrada.
A casca da castanha é alveolada e possui óleo cáustico e viscoso.
O cajueiro é utilizado como alimento in natura ou na preparação de doces caseiros, sucos e sorvetes.
O suco feito de seu pedúnculo ou pseudo-fruto, puro e adoçado (a cajuada), é um saudável tônico refrigerante.
Clarificado e cozido produz a popular cajuína, bebida de cor âmbar, destanificada, refrescante e de excelente sabor.
O suco é diurético e excitante.
A castanha contém um óleo-resina cáustica, conhecido como LCC (líquido da castanha de caju). A composição do LCC é principalmente de ácido anacárdico, cardol (11,31%) e seus derivados. Dentro da castanha é que se encontra a amêndoa oleaginosa, comestível, conhecida e comercializada como castanha de caju.
O LCC causa forte irritação na pele, deixando cicatrizes quase indeléveis que jovens usam para fazer um tipo primitivo de tatuagem. O LCC espesso é de cor escura, tem uso popular para verrugas, calos, edemas, manchas na pele e tecidos de neoformação.
O uso em estado fresco do fruto (castanha) pode provocar lesões na pele, pois é terrivelmente cáustico. Quando as sementes são torradas perdem esta propriedade, tornado-se comestíveis, sendo um alimento saboroso, excitante e usado nos regimes de emagrecimento, tidas pela sabedoria popular como fortificante da memória.
Nas práticas da medicina caseira são usados preparações de uso oral, feitos com a entrecasca, a goma, e o LCC (líquido da castanha do caju) de acordo com as tradições.
O uso da casca do cajueiro ativa o metabolismo dos açúcares, principalmente das pessoas que têm o açúcar aumentado no sangue e na urina.
Nas regiões de mata brasileira as cascas são usadas para hemorróidas. Fazem o chá com a casca, adicionando broto de goiaba, raspa de amor-crescido e cajá.
Para uso externo o uso do cozimento da entrecasca, em bochechos e gargarejos, como anti-séptico antiinflamatório nos casos de feridas e úlcera da boca e afecções da garganta, bem como para lavagem de feridas malignas.
O broto de caju é utilizado para combater dores no estômago e problemas digestivos e deve ser fervido com broto de goiaba, embora sua eficácia e segurança ainda não tenham sido comprovadas cientificamente.
O sumo das folhas novas é utilizado para combater aftas.
Sua raiz é purgativa.
Os índios TICUNA da Amazônia usam o suco de seu pseudo-fruto como preventivo contra gripes.
http://ci-67.ciagri.usp.br/pm/dosagem.gif Dosagem indicada
Diabetes
Coloque 1 colher (chá) do pó da casca do caule do caju vermelho em 1 xícara (chá) de água em fervura. Desligue o fogo, espere esfriar e coe em uma peneira. Tome 1 xícara (chá) 2 vezes ao dia. Feridas, infecção da garganta
Coloque 1 colher (sopa) do pó da casca do caule em 1 copo de água em fervura. Desligue o fogo, deixe em repouso por 24 horas e coe em uma peneira. Use para fazer bochechos, gargarejos ou para lavar feridas infeccionadas.
Diarréias, disenterias
Coloque 3 colheres (sopa) de folhas novas e frescas, cortadas em pedaços bem pequenos em 1/2 litro de água em fervura. Deixe ferver por 10 minutos e coe. Tome 1 copo toda vez que for evacuar. No caso de crianças deve ser dada metade da dose.
Baixar o colesterol e triglicerídeos do sangue
Consumir em pequenas doses (5 a 6 amêndoas) diárias.
Suplemento nutritivo (regime de emagrecimento)
A semente torrada pode ser consumida 1 hora antes das principais refeições em pequenas quantidades.
Alimento nutritivo
Ingerir o pseudo-fruto ao natural, como sobremesa ou entre as refeições, e em sucos.
Frieiras, cansaço dos pés
Coloque 1 colher (chá) de casca do caule em 1 litro de água em fervura. Deixe ferver por 15 minutos e coe em uma peneira. Despeje em uma bacia e acrescente mais 2 litros de água quente. Mergulhe o local afetado (pés ou mãos), por 10 a 15 minutos. Repetir a aplicação até a melhora.
Diabetes, eczemas, reumatismos, avitaminose C
Comer os pseudofrutos ao natural, ou sob forma de suco, 1 copo de 3 a 5 vezes ao dia.
Feridas e úlceras
Chá por decocção das folhas, banhar os locais afetados 3 vezes ao dia.
Verrugas, calosidades
Uso externo sob a forma de óleo, aplicado diariamente.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

OS CHÁS E SEUS USOS.

 Chazinhos, os remédios caseiros
Segundo o folclorista Alceu Maynard Araújo, o chazinho é um remédio para todas as idades. É preparado com água fervida, plantas é geralmente adoçado e tomado morno ou quente. Não há pelo Brasil afora comadre ou avó que não tenha a receita de um chazinho para curar qualquer tipo de mal estar.Chá de folha de abacateiro - persea gratíssima - para os rins e bexiga.
Chá de canela - sinnamonun zeylanicum - para suadouro
Erva doce - pimpinella anisum L. - para dor de barriga
Folha de figo - ficus carica - para o fígado
Hortelã - mentha viridis L. - contra gases e vermífugo
Losna - arthemísia abisinthium - para dor de barriga e vesícula
Louro - laurus nobile L. - contra insônia e gases
Cabelo de milho - Zea mays - diurético. Ajuda a arrebentar sarampo e catapora
Quebra pedra - phyllantos niruri L. - diurético, contra pedras nos rins e ácido úrico
Flor de ibisco - rosa cinensis L. - diurético e adstringente.
Boldo do chile - peumus boldus - estimula o fígado e vesícula
Camomila - matricaria chamomilla - digestivo e calmante
Capim-cidreira - cymbopogon citratus - calmante e digestivo
Erva-cidreira - melissa officinalis - sedativo, ajuda a dormir
Flor de laranjeira - citrus aurantium - calmante, ajuda a dormir
Folhas de maracujá - parsiflora edullis - calmante, diminui a ansiedade
Broto de goiabeira - psidium guajava - contra diarréia
Tanchagem - plantago major - adstringente, hemostática, bom para o aparelho digestivo
Chá de alho - alium sativus - contra vermes e, com mel, é ótimo contra gripes

PROTEGENDO A SAÚDE

Dia Mundial do Rim

O Dia Mundial do Rim é comemorado a 13 e Março como alerta contra doenças renais
Actualmente, um em cada dez portugueses sofre de doença renal crónica (DRC), ou seja, 800 mil portugueses sofrem da doença e cerca de 14 mil dependem de diálise ou necessitam de transplante.
A DRC constitui um grave problema de saúde pública, os rins nunca estiveram tão ameaçados. A actual epidemia de Diabetes e Obesidade poderão contribuir para números ainda mais elevados no futuro.
Se não for diagnosticada e tratada, a DRC pode conduzir a graves problemas de saúde, incluindo a falência renal (Insuficiência Renal Crónica Terminal- IRCT).
Como funcionam os rins
Os rins normais trabalham como filtros para limpar os resíduos do sangue, e para manterem a quantidade certa de líquido no organismo, bem como manterem o equilíbrio de sódio e potássio, entre outras coisas.Os rins filtram cerca de 180 litros de água por dia. Disso depende uma circulação saudável. Se o coração tiver demasiado líquido, fica sobrecarregado; se, por outro lado, a quantidade não for suficiente, a circulação torna-se lenta, propensa à formação de coágulos.

Os rins também têm um papel importante no controlo da tensão arterial. Ao ajudarem a regular o conteúdo de fluidos no corpo, a tensão sanguínea também pode ser alterada. É por isso que muita da medicação para a tensão arterial contém diuréticos, para aumentar a produção de urina e diminuir o volume do sangue a circular no organismo.

Por outro lado, quando o suprimento de sangue aos rins é pobre, eles produzem hormonas que causam a constrição dos vasos sanguíneos periféricos, de forma a elevar a tensão sanguínea (para poderem receber mais sangue). Muita da medicação disponível para a tensão arterial tem como alvo este mecanismo dos rins.

Portanto, o que podemos fazer para manter os nossos rins saudáveis ajudando-os, a, por sua vez, ajudar o sistema cardiovascular?

1. Beber bastante água. A um adulto saudável, recomendamos que beba 8 a 10 copos de água por dia. Isso protegerá os rins, que não necessitarão de trabalhar tanto para concentrar a urina. Definitivamente, terão o trabalho de limpeza de resíduos facilitado. A água extra também ajudará a manter um bom fluxo de sangue para os rins, ajudando no controlo da tensão arterial.

2. Não ingerir demasiada proteína. A pessoa omnívora ingere, em geral, o dobro da quantidade de proteínas de que o corpo precisa. Isso sobrecarrega os rins, pois eles têm de filtrar uma alta quantidade de subprodutos. Se não optar por uma alimentação vegetariana, deve-se comer menor quantidade de carne vermelha, aves e peixe a cada refeição e limitar-se o número de vezes, por semana, em que estes produtos são ingeridos. Esta medida também é importante para evitar os cálculos renais.

3. Reduzir o sal. Ingerir sal em excesso causa retenção de líquidos e está relacionado com a tensão arterial elevada. Quando há excesso de sal – e especialmente quando, além disso, há pouca água e muita proteína – os rins têm uma sobrecarga de trabalho. Deve-se, ainda, estar alerta para o sal escondido na comida processada ou pré-cozinhada. Muitas vezes, pensa-se que os alimentos sabem melhor, mas é apenas o sal que parece realçar o sabor. Até 75% do sal que se ingere tem como fonte o “sal escondido”.

4. Evitar a cafeína. Não importando onde se possa encontrar – quer seja no café, no chá preto ou no verde, numa bebida gasosa, no chocolate ou até em medicamentos – a cafeína constrita as artérias, elevando a tensão arterial e diminuindo o suprimento de sangue aos rins, o que também faz com que a tensão arterial fique mais elevada.

5. Controlar a tensão arterial. Como todas as partes do corpo recebem sangue, todas elas são afectadas pela tensão arterial elevada. Nos rins, causa danos irreversíveis aos pequenos filtros. Assim, pode ser iniciado um ciclo vicioso, uma vez que o rim danificado poderá, por sua vez, causar tensão arterial elevada. A tensão arterial elevada pode, ainda, danificar as artérias que irrigam os rins, que deixam, assim, de ter um suprimento de sangue adequado, estimulando ainda mais a produção das hormonas que aumentam a tensão arterial.

6. Manter o colesterol baixo. O depósito de colesterol entope as artérias e diminui o suprimento de sangue aos rins, danificando os pequenos filtros que formam a estrutura do rim. Deve evitar-se todos os alimentos ricos em colesterol. É de recordar que só os produtos de origem animal contêm colesterol. Os alimentos vegetais não contêm colesterol. O exercício físico também ajuda a manter um equilíbrio saudável.

7. Não fumar. Os cigarros contêm mais de 400 químicos tóxicos. Fumar prejudica todas as artérias, incluindo as dos rins. O tabagismo também eleva a tensão arterial, ao causar a constrição dos vasos sanguíneos periféricos.

8. Não abusar dos medicamentos. Muitos medicamentos, mesmo os mais simples que não necessitam de receita médica (como é o caso da aspirina e do paracetamol para as dores e a febre) podem danificar os rins, se forem usados durante períodos muito longos ou em doses excessivas. Deve-se tentar modos alternativos de controlo da dor, tais como sacos de gelo ou de água quente, conforme o caso.

Com os rins mais saudáveis, o sistema cardiovascular poderá funcionar melhor e sofrer de menos doenças. Pode decidir, hoje, ajudar o seu organismo a ajudá-lo.

Fonte: Marianne Ferreira

domingo, 27 de novembro de 2011

Em que ano o EVANGELHO chegou no Brasil? E quem trouxe? De onde vieram?

Foi o não-conformismo que levou Lutero, no dia 31 de outubro de 1517, a fixar na porta da catedral de Wittenberg, as noventa e cinco teses que refutavam as práticas absurdas e abusivas da Igreja Católica. Esta data tornou-se o marco de uma reforma que já havia começado bem antes com homens que, dentro de seu contexto, também não se conformaram e ousaram mudar a história, não permitindo que o evangelho se estagnasse.

O movimento reformista do século XVI se alastrou por todo o mundo, dando vazão ao desejo do povo por liberdade religiosa: Alemanha, Escócia, Dinamarca, Suíça, França, Noruega... E chegou ao Brasil em 1557, quando fora celebrado o primeiro culto protestante. Este primeiro culto evangélico em solo brasileiro foi celebrado no dia 10 de março de 1557, por protestantes franceses. Eles chegaram à Baía de Guanabara, fugindo da perseguição em seu país, e à procura de uma nova pátria. O pregador baseou-se no Salmo 27:4: “Ao Deus Eterno peço somente uma coisa: que Ele me deixe viver na Sua casa todos os dias da minha vida, para sentir a Sua bondade e pedir a Sua orientação”. O culto foi dirigido pelo pastor Pierre Richier - (Fonte: http:// textosdareforma.net).

Estes homens estavam convictos, por isso ousaram mudar a história, e em toda parte do mundo havia focos da reforma protestante que, apesar da resistência católica, manifestada nos atos da inquisição, ainda assim, permanecia vivo no coração daqueles homens o ardor da verdade e do desejo por mudanças.

No Brasil não foi diferente. No ano seguinte chegaram as perseguições e os missionários foram obrigados a planejar sua volta para a França. Embarcaram num velho navio chamado Jacques, em 04 de janeiro de 1558. Mas, depois de sete ou oito dias de viagem, o navio começou a fazer água. Correndo risco de afundar, para diminuir peso, cinco missionários resolveram voltar para a Baía de Guanabara. Eram eles: Jean du Bourdel, Matthieu Verneuil, Pierre Bourdon, André la Fon e Jean Jacques le Balleur.

Em terra, tiveram de enfrentar a crueldade de Villegaignon que procurava motivos para condená-los à morte. No propósito de condená-los, Villegaignon elaborou um questionário com perguntas controvertidas e pediu respostas aos missionários. O pedido foi feito no dia 08 de fevereiro de 1558, com prazo de doze horas para resposta. A resposta foi a 1ª Confissão de Fé do Continente Americano. Esta Confissão foi tomada como prova de acusação. Villegaignon, no dia 9 de fevereiro de 1558, mandou prender e martirizar os quatro missionários que subscreveram. Apenas Jean Jacques le Balleur não subscreveu a Confissão, tendo fugido para São Vicente (São Paulo), escapando da morte naquele momento.


Segundo historiadores, 1761 foi o fim da inquisição católica no Brasil. Com isto chegam ao Brasil os primeiros luteranos, os metodistas e, em dia 12 de agosto de 1859, chega o primeiro missionário presbiteriano, pastor Ashbel Green Simonton, ao Rio de Janeiro, que funda a Igreja Presbiteriana.Quarenta e quatro anos mais tarde, surge a Igreja Presbiteriana Independente do Brasil (IPIB), fundada pelo Carlos Pereira, em São Paulo. E, no dia 08 de janeiro de 1975, consolidou-se a formação da Igreja Presbiteriana Renovada do Brasil, igreja esta que teve seu nascedouro na fusão das Igrejas Cristã Presbiteriana e Presbiteriana Independente Renovada.

domingo, 7 de agosto de 2011

O Pacto de Lausanne

Lausanne, na Suíça é o lugar em que ocorreu Congresso Internacional em 1974. Líderes cristãos de 150 países compareceram, e daí surgiu o Lausanne Committee for World Evangelization (Comitê de Lausanne para a Evangelização Mundial). Esse congresso também estabeleceu um pacto, este que você lê abaixo. Este pacto foi assinado por 2.300 evangélicos que se comprometeram a ir mais a fundo no compromisso com a evangelização mundial. Desde então o pacto tem sido uma referência para igrejas e missões. Eu não poderia deixar de postar sobre o Pacto de Lausanne e alguns trechos do Livro sobre o Pacto de Lausanne, que marcou a minha vida e o meu amor por Cristo e pelo Evangelho.
Introdução

Nós, membros da Igreja de Jesus Cristo, procedentes de mais de 150 nações, participantes do Congresso Internacional de Evangelização Mundial, em Lausanne, louvamos a Deus por sua grande salvação, e regozijamo-nos com a comunhão que, por graça dele mesmo, podemos ter com ele e uns com os outros. Estamos profundamente tocados pelo que Deus vem fazendo em nossos dias, movidos ao arrependimento por nossos fracassos e dasafiados pela tarefa inacabada da evangelização. Acreditamos que o evangelho são as boas novas de Deus para todo o mundo, e por sua graça, decidimos a obedecer ao mandamento de Cristo de proclamá-lo a toda a humanidade e fazer discípulos de todas as nações. Desejamos, portanto, reafirmar a nossa fé e a nossa resolução, e tornar público o nosso pacto.

1. O Propósito de Deus
2. A Autoridade e o Poder da Bíblia

3. A Unicidade e a Universalidade de Cristo

Afirmamos que há um só Salvador e um só evangelho, embora exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de evangelização. Reconhecemos que todos os homens têm algum conhecimento de Deus através da revelação geral de Deus na natureza. Mas negamos que tal conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua injustiça, suprimem a verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de Cristo e do evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo cujo pressuposto seja o de que Cristo fala igualmente através de todas as religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo ele próprio o único Deus-homem, que se deu uma só vez em resgate pelos pecadores, é o único mediador entre Deus e o homem. Não existe nenhum outro nome pelo qual importa que sejamos salvos. Todos os homens estão perecendo por causa do pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando que nenhum pereça, mas que todos se arrependam. Entretanto, os que rejeitam Cristo repudiam o gozo da salvação e condenam-se à separação eterna de Deus. Proclamar Jesus como "o Salvador do mundo" não é afirmar que todos os homens, automaticamente, ou ao final de tudo, serão salvos; e muito menos que todas as religiões ofereçam salvação em Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de Deus por um mundo de pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como Salvador e Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e fé. Jesus Cristo foi exaltado sobre todo e qualquer nome. Anelamos pelo dia em que todo joelho se dobrará diante dele e toda língua o confessará como Senhor.
4. A Natureza da Evangelização

Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo morreu por nossos pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão dos pecados e o dom libertador do Espírito a todos os que se arrependem e crêem. A nossa presença cristã no mundo é indispensável à evangelização, e o mesmo se dá com aquele tipo de diálogo cujo propósito é ouvir com sensibilidade, a fim de compreender. Mas a evangelização propriamente dita é a proclamação do Cristo bíblico e histórico como Salvador e Senhor, com o intuito de persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho, não temos o direito de esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos os que queiram segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e identificarem-se com a sua nova comunidade. Os resultados da evangelização incluem a obediência a Cristo, o ingresso em sua igreja e um serviço responsável no mundo.

5. A Responsabilidade Social Cristã

Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens. Portanto, devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela conciliação em toda a sociedade humana, e pela libertação dos homens de todo tipo de opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem de Deus, toda pessoa, sem distinção de raça, religião, cor, cultura, classe social, sexo ou idade possui uma dignidade intrínseca em razão da qual deve ser respeitada e servida, e não explorada. Aqui também nos arrependemos de nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a evangelização e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a reconciliação com o homem não seja reconciliação com Deus, nem a ação social evangelização, nem a libertação política salvação, afirmamos que a evangelização e o envolvimento sócio-político são ambos parte do nosso dever cristão. Pois ambos são necessárias expressões de nossas doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso próximo e de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da salvação implica também uma mensagem de juízo sobre toda forma de alienação, de opressão e de discriminação, e não devemos ter medo de denunciar o mal e a injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem Cristo, nascem de novo em seu reino e devem procurar não só evidenciar mas também divulgar a retidão do reino em meio a um mundo injusto. A salvação que alegamos possuir deve estar nos transformando na totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A fé sem obras é morta.

6. A Igreja e a Evangelização

Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de igual modo profunda e sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos eclesiásticos e penetrar na sociedade não-cristã. Na missão de serviço sacrificial da igreja a evangelização é primordial. A evangelização mundial requer que a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo, e é o agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela torna-se uma pedra de tropeço para a evangelização quando trai o evangelho ou quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor genuíno pelas pessoas, ou uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em promoção e finanças. A igreja é antes a comunidade do povo de Deus do que uma instituição, e não pode ser identificada com qualquer cultura em particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem com ideologias humanas.
7. Cooperação na Evangelização

Afirmamos que é propósito de Deus haver na igreja uma unidade visível de pensamento quanto à verdade. A evangelização também nos convoca à unidade, porque o ser um só corpo reforça o nosso testemunho, assim como a nossa desunião enfraquece o nosso evangelho de reconciliação. Reconhecemos, entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e não ativa necessariamente a evangelização. Contudo, nós, que partilhamos a mesma fé bíblica, devemos estar intimamente unidos na comunhão uns com os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso testemunho, algumas vezes, tem sido manchado por pecaminoso individualismo e desnecessária duplicação de esforço. Empenhamo-nos por encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na adoração, na santidade e na missão. Instamos para que se apresse o desenvolvimento de uma cooperação regional e funcional para maior amplitude da missão da igreja, para o planejamento estratégico, para o encorajamento mútuo, e para o compartilhamento de recursos e de experiências.

8. Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização

Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária. O papel dominante das missões ocidentais está desaparecendo rapidamente. Deus está levantando das igrejas mais jovens um grande e novo recurso para a evangelização mundial, demonstrando assim que a responsabilidade de evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as igrejas, portando, devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que deveriam estar fazendo tanto para alcançar suas próprias áreas como para enviar missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o processo de reavaliação da nossa responsabilidade e atuação missionária. Assim, haverá um crescente esforço conjugado pelas igrejas, o que revelará com maior clareza o caráter universal da igreja de Cristo. Também agradecemos a Deus pela existência de instituições que laboram na tradução da Bíblia, na educação teológica, no uso dos meios de comunicação de massa, na literatura cristã, na evangelização, em missões, no avivamento de igrejas e em outros campos especializados. Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as levem a uma avaliação correta de sua eficácia como parte da missão da igreja.

9. Urgência da Tarefa Evangelística

Mais de dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou seja, mais de dois terços da humanidade, ainda estão por serem evangelizadas. Causa-nos vergonha ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para nós e para toda a igreja. Existe agora, entretanto, em muitas partes do mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo. Estamos convencidos de que esta é a ocasião para que as igrejas e as instituições para-eclesiásticas orem com seriedade pela salvação dos não-alcançados e se lancem em novos esforços para realizarem a evangelização mundial. A redução de missionários estrangeiros e de dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja necessária para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para liberar recursos para áreas ainda não evangelizadas. Deve haver um fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis continentes num espírito de abnegação e prontidão em servir. O alvo deve ser o de conseguir por todos os meios possíveis e no menor espaço de tempo, que toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e de receber as boas novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem sacrifício. Todos nós estamos chocados com a pobreza de milhões de pessoas, e conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre nós que vivem em meio à opulência aceitam como obrigação sua desenvolver um estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto para aliviar os necessitados como para a evangelização deles.
10. Evangelização e Cultura

O desenvolvimento de estratégias para a evangelização mundial requer metodologia nova e criativa. Com a bênção de Deus, o resultado será o surgimento de igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua cultura é rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela é demoníaca. O evangelho não pressupõe a superioridade de uma cultura sobre a outra, mas avalia todas elas segundo o seu próprio critério de verdade e justiça, e insiste na aceitação de valores morais absolutos, em todas as culturas. As missões, muitas vezes têm exportado, juntamente com o evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm ficado submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de às Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente, procurar esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar transformar e enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.

11. Educação e Liderança

Confessamos que às vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento numérico da igreja em detrimento do espiritual, divorciando a evangelização da edificação dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas missões têm sido muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a assumirem suas justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os princípios que regem a formação de uma igreja de fato nacional, e ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes nacionais que manifestem um estilo cristão de liderança não em termos de domínio, mas de serviço. Reconhecemos que há uma grande necessidade de desenvolver a educação teológica, especialmente para líderes eclesiáticos. Em toda nação e em toda cultura deve haver um eficiente programa de treinamento para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em evangelização, em edificação e em serviço. Este treinamento não deve depender de uma metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões bíblicos.

12. Conflito Espiritual

Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e potestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração. Pois percebemos a atividade no nosso inimigo, não somente nas falsas ideologias fora da igreja, mas também dentro dela em falsos evangelhos que torcem as Escrituras e colocam o homem no lugar de Deus. Precisamos tanto de vigilância como de discernimento para salva guardar o evangelho bíblico. Reconhecemos que nós mesmos não somos imunes ao perigo de capitularmos ao secularismo. Por exemplo, embora tendo à nossa disposição pesquisas bem preparadas, valiosas, sobre o crescimento da igreja, tanto no sentido numérico como espiritual, às vezes não as temos utilizado. Por outro lado, por vezes tem acontecido que, na ânsia de conseguir resultados para o evangelho, temos comprometido a nossa mensagem, temos manipulado os nossos ouvintes com técnicas de pressão, e temos estado excessivamente preocupados com as estatísticas, e até mesmo utilizando-as de forma desonesta. A igreja tem que estar no mundo; o mundo não tem que estar na igreja.
13. Liberdade e Perseguição

É dever de toda nação, dever que foi estabelecido por Deus, assegurar condições de paz, de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a Deus, servir a Cristo Senhor e pregar o evangelho sem impedimentos. Portanto, oramos pelos líderes das nações e com eles instamos para que garantam a liberdade de pensamento e de consciência, e a liberdade de praticar e propagar a religião, de acordo com a vontade de Deus, e com o que vem expresso na Declaração Universal do Direitos Humanos. Também expressamos nossa profunda preocupação com todos os que foram injustamente encarcerados, especialmente com nossos irmãos que estão sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor Jesus. Prometemos orar e trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo, recusamo-nos a ser intimidados por sua situação. Com a ajuda de Deus, nós também procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer fiéis ao evangelho, seja a que custo for. Não nos esqueçamos de que Jesus nos previniu de que a perseguição é inevitável.

14. O Poder do Espírito Santo

Cremos no poder do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito para dar testemunho do seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão. Convicção de pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão, é tudo obra dele. De mais a mais, o Espírito Santo é um Espírito missionário, de maneira que a evangelização deve surgir espontaneamente numa igreja cheia do Espírito. A igreja que não é missionária contradiz a si mesma e debela o Espírito. A evangelização mundial só se tornará realidade quando o Espírito renovar a igreja na verdade, na sabedoria, na fé, na santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com todos os cristãos para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de Deus, a fim de que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que todos os seus dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só então a igreja inteira se tornará um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra ouça a Sua voz.

15. O Retorno de Cristo

Cremos que Jesus Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e glória, para consumar a salvação e o juízo. Esta promessa de sua vinda é um estímulo ainda maior à evangelização, pois lembramo-nos de que ele disse que o evangelho deve ser primeiramente pregado a todas as nações. Acreditamos que o período que vai desde a ascensão de Cristo até o seu retorno será preenchido com a missão do povo de Deus, que não pode parar esta obra antes do Fim. Também nos lembramos da sua advertência de que falsos cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo. Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho da vaidade humana a idéia de que o homem possa algum dia construir uma utopia na terra. A nossa confiança cristã é a de que Deus aperfeiçoará o seu reino, e aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova terra em que a justiça habitará e Deus reinará para sempre. Enquanto isso, rededicamo-nos ao serviço de Cristo e dos homens em alegre submissão à sua autoridade sobre a totalidade de nossas vidas.
CONCLUSÃO

Portanto, à luz desta nossa fé e resolução, firmamos um pacto solene com Deus, bem como uns com os outros, de orar, planejar e trabalhar juntos pela evangelização de todo o mundo. Instamos com outros para que se juntem a nós. Que Deus nos ajude por sua graça e para a sua glória a sermos fiéis a este Pacto! Amém. Aleluia!


Conteúdo do Livro:

Congresso Internacional de Evangelização mundial. Suíça- 1974, mais de 150 nações, 2.700 participantes líderes e 4.000 congressistas.


Conflito Espiritual

Cremos que estamos empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e potestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar a sua tarefa de evangelização mundial. Sabemos da necessidade de nos revestirmos da armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da verdade e da oração.
********************************************************************************